Saúde

EXCLUSIVO: Mau atendimento no hospital deixa criança de 4 anos entre a vida e a morte

Na noite de segunda-feira (01/04), uma criança de 4 anos foi atacada por um cachorro que comeu parte de sua cabeça, e as pressas foi levada para o Hospital Municipal Conde Modesto Leal, onde ficou entre a vida e a morte.

O caso aconteceu quando a mãe da criança pegou um cachorro abandonado na Rua, e levou para sua residência que fica localizada na Barra de Maricá, para poder cuidar do animal. A criança de 4 anos foi fazer um carinho no cachorro que rapidamente avançou em cima dela e mordeu sua cabeça, causando um grave ferimento.

Desesperados, os pais da criança correram para o Hospital Municipal Conde Modesto Leal, onde foram informados por profissionais que não podiam da soro anti-rábico na criança, porque não havia muito tempo a lesão e que deveria aguardar para a criança receber o soro anti-rábico.

Momentos depois, os médicos informaram para os pais, que devido a criança ter tomado leite e a gravidade do ferimento, eles não podiam aplicar anestesia. Sem saída, os pais ficaram aguardando por 5 horas para a criança ser levada para a sala de cirurgia. Após a cirurgia, a criança levou mais de 20 pontos na cabeça.

Já na manhã desta terça-feira (02/04), por volta das 07:00h, o plantão no hospital mudou e quando os novos médicos chegaram para examinar a criança que havia saído de uma cirurgia, ficaram em choque e começaram a chorar com a situação. Os médicos informaram que o procedimento feito não foi o correto e que a criança podia SIM ter tomar o soro anti-rábico no local da lesão, para não correr o risco do animal ter deixado bactéria no osso da criança, o que segundo o médico pode causar lesões graves e até mesmo o óbito.

Desesperados, os pais da criança entrando em uma discussão dentro do hospital e os médicos pediram para terem calma e informaram que precisariam abrir novamente a cabeça da criança para aplicar o soro anti-rábico, mas para a surpresa dos pais da criança, os médicos relataram ainda, que o hospital NÃO tinha o soro anti-rábico.

Vendo que o quadro da criança era grave, o pai que é advogado entrou em um desespero maior, e começou a discutir no Hospital, momento em que um dos psicólogos (Assistência Social) para não chamar atenção, tentou convencer a esposa ir até a Delegacia de Maricá dá parte do marido, para ele ser afastado da unidade hospitalar e só assim o marido não chamaria atenção para o hospital, devido na hora do desespero o pai da criança ter falado que: “Viu, você que pegou esse cachorro, você que trouxe esse transtorno pra gente, você não era pra ter feito isso”.

Momento depois de diversas reclamações que o pai teve que fazer para salvar a criança, o Hospital de Maricá encaminhou a criança de ambulância para o Hospital de Itaboraí, para tomar o soro anti-rábico. Chegando na unidade hospitalar de Itaborái, os médicos tiveram que abrir novamente a cirurgia para aplicar o soro anti-rábico, SEM NENHUMA ANESTESIA, a criança foi operada a ‘sangue frio’. Após a criança ser submetida a uma nova cirurgia, a unidade de Itaborái encaminhou a criança novamente para o Hospital Conde Modesto Leal, onde a criança segue internada.

Insta informar, que os médicos que assumiram o plantão informaram que devido ao erro médico que a criança passou, assim que chegou no Hospital de Maricá, a criança pode sofre infecções, lesões ou até mesmo vim a óbito.

O Hospital Municipal Conde Modesto Leal vem demonstrando a muito tempo o descaso com os pacientes. O JOM (Jornal O Maricá) vai entrar em contato com a Secretária de Saúde, Drª Simone Costa, para poder dá o direito de resposta.

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